Oláá, galera!
Tomara que gostem da segunda e útima parte da lenda de Eros e Psique:
Enquanto isso, suas irmãs continuavam a sua procura, mas seu esposo misterioso a alertou para não responder aos seus chamados. Psique sentindo-se solitária em seu castelo-prisão, implorava ao seu amante para deixá-la ver suas irmãs. Finalmente, ele aceitou, mas impôs a condição que, não importando o que suas irmãs dissessem, ela nunca tentaria conhecer sua verdadeira identidade.
Quando suas irmãs entraram no castelo e viram aquela abundância de beleza e maravilhas, foram tomadas de inveja. Notando que o esposo de Psique nunca aparecia, perguntaram maliciosamente sobre sua identidade. Embora advertida por seu esposo, Psique viu a dúvida e a curiosidade tomarem conta de seu ser, aguçadas pelos comentários de suas irmãs.
Seu esposo alertou-a que suas irmãs estavam tentando fazer com que ela olhasse seu rosto, mas se assim ela fizesse, ela nunca mais o veria novamente. Além disso, ele contou-lhe que ela estava grávida e se ela conseguisse manter o segredo ele seria divino, porém se ela falhasse, ele seria mortal.
Ao receber novamente suas irmãs, Psique contou-lhes que estava grávida, e que sua criança seria de origem divina. Suas irmãs ficaram ainda mais enciumadas com sua situação, pois além de todas aquelas riquezas, ela era a esposa de um lindo deus. Assim, trataram de convencer a jovem a olhar a identidade do esposo, pois se ele estava escondendo seu rosto era porque havia algo de errado com ele. Ele realmente deveria ser uma horrível serpente e não um deus maravilhoso.
Assustada com o que suas irmãs disseram, escondeu uma faca e uma lâmpada próximo a sua cama, decidida a conhecer a identidade de seu marido, e se ele fosse realmente um monstro terrível, matá-lo. Ela havia esquecido dos avisos de seu amante, de não dar ouvidos a suas irmãs.
A noite, quando Eros descansava ao seu lado, Psique tomou coragem e aproximou a lâmpada do rosto de seu marido, esperando ver uma horrenda criatura. Para sua surpresa, o que viu porém deixou-a maravilhada. Um jovem de extrema beleza estava repousando com tamanha quietude e doçura que ela pensou em tirar a própria vida por haver dele duvidado.
Enfeitiçada por sua beleza, demorou-se admirando o deus alado. Não percebeu que havia inclinado de tal maneira a lâmpada que uma gota de óleo quente caiu sobre o ombro direito de Eros, acordando-o.
Eros olhou-a assustado, e voou pela janela do quarto, dizendo:
- "Tola Psique! É assim que retribuis meu amor? Depois de haver desobedecido as ordens de minha mãe e te tornado minha esposa, tu me julgavas um monstro e estavas disposta a cortar minha cabeça? Vai. Volta para junto de tuas irmãs, cujos conselhos pareces preferir aos meus. Não lhe imponho outro castigo, além de deixar-te para sempre. O amor não pode conviver com a suspeita."
Quando se recompôs, notou que o lindo castelo a sua volta desaparecera, e que se encontrava bem próxima da casa de seus pais. Psique ficou inconsolável. Tentou suicidar-se atirando-se em um rio próximo, mas suas águas a trouxeram gentilmente para sua margem. Foi então alertada por Pan para esquecer o que se passou e procurar novamente ganhar o amor de Eros.
Por sua vez, quando suas irmãs souberam do acontecido, fingiram pesar, mas partiram então para o topo da montanha, pensando em conquistar o amor de Eros. Lá chegando, chamaram o vento Zéfiro, para que as sustentasse no ar e as levasse até Eros. Mas, Zéfiro desta vez não as ergueram no céu, e elas caíram no despenhadeiro, morrendo.
Psique, resolvida a reconquistar a confiança de Eros, saiu a sua procura por todos os lugares da terra, dia e noite, até que chegou a um templo no alto de uma montanha. Com esperança de lá encontrar o amado, entrou no templo e viu uma grande bagunça de grãos de trigo e cevada, ancinhos e foices espalhados por todo o recinto. Convencida que não devia negligenciar o culto a nenhuma divindade, pôs-se a arrumar aquela desordem, colocando cada coisa em seu lugar. Deméter, para quem aquele templo era destinado, ficou profundamente grata e disse-lhe:
- "Ó Psique, embora não possa livrá-la da ira de Afrodite, posso ensiná-la a fazê-lo com suas próprias forças: vá ao seu templo e renda a ela as homenagens que ela, como deusa, merece."
Afrodite, ao recebê-la em seu templo, não esconde sua raiva. Afinal, por aquela reles mortal seu filho havia desobedecido suas ordens e agora ele se encontrava em um leito, recuperando-se da ferida por ela causada. Como condição para o seu perdão, a deusa impôs uma série de tarefas que deveria realizar, tarefas tão difíceis que poderiam causar sua morte.
Primeiramente, deveria, antes do anoitecer, separar uma grande quantidade de grãos misturados de trigo, aveia, cevada, feijões e lentilhas. Psique ficou assustada diante de tanto trabalho, porém uma formiga que estava próxima, ficou comovida com a tristeza da jovem e convocou seu exército a isolar cada uma das qualidades de grão.
Como 2ª tarefa, Afrodite ordenou que fosse até as margens de um rio onde ovelhas de lã dourada pastavam e trouxesse um pouco da lã de cada carneiro. Psique estava disposta a cruzar o rio quando ouviu um junco dizer que não atravessasse as águas do rio até que os carneiros se pusessem a descansar sob o sol quente, quando ela poderia aproveitar e cortar sua lã. De outro modo, seria atacada e morta pelos carneiros. Assim feito, Psique esperou até o sol ficar bem alto no horizonte, atravessou o rio e levou a Afrodite uma grande quantidade de lã dourada.
Sua 3ª tarefa seria subir ao topo de uma alta montanha e trazer para Afrodite uma jarra cheia com um pouco da água escura que jorrava de seu cume. Dentre os perigos que Psique enfrentou, estava um dragão que guardava a fonte. Ela foi ajudada nessa tarefa por uma grande águia, que voou baixo próximo a fonte e encheu a jarra com a negra água.
Irada com o sucesso da jovem, Afrodite planejou uma última, porém fatal, tarefa. Psique deveria descer ao mundo inferior e pedir a Perséfone, que lhe desse um pouco de sua própria beleza, que deveria guardar em uma caixa. Desesperada, subiu ao topo de uma elevada torre e quis atirar-se, para assim poder alcançar o mundo subterrâneo. A torre porém murmurou instruções de como entrar em uma particular caverna para alcançar o reino de Hades. Ensinou-lhe ainda como driblar os diversos perigos da jornada, como passar pelo cão Cérbero e deu-lhe uma moeda para pagar a Caronte pela travessia do rio Estige, advertindo-a:
- "Quando Perséfone lhe der a caixa com sua beleza, toma o cuidado, maior que todas as outras coisas, de não olhar dentro da caixa, pois a beleza dos deuses não cabe a olhos mortais."
Seguindo essas palavras, conseguiu chegar até Perséfone, que estava sentada imponente em seu trono e recebeu dela a caixa com o precioso tesouro. Tomada porém pela curiosidade em seu retorno, abriu a caixa para espiar. Ao invés de beleza havia apenas um sono terrível que dela se apossou.
Eros, curado de sua ferida, voou ao socorro de Psique e conseguiu colocar o sono novamente na caixa, salvando-a.
Lembrou-lhe novamente que sua curiosidade havia novamente sido sua grande falta, mas que agora podia apresentar-se à Afrodite e cumprir a tarefa.
Enquanto isso, Eros foi ao encontro de Zeus e implorou a ele que apaziguasse a ira de Afrodite e ratificasse o seu casamento com Psique. Atendendo seu pedido, o grande deus do Olimpo ordenou que Hermes conduzisse a jovem à assembléia dos deuses e a ela foi oferecida uma taça de ambrosia. Então com toda a cerimônia, Eros casou-se com Psique, e no devido tempo nasceu seu filho, chamado Voluptas (Prazer).
Desculpem-me a demora!
Bjos!
Haa, fiquem atentos em breve NOVIDADES no blog. ; )
Maitê
Mostrando postagens com marcador Grécia. Mostrar todas as postagens
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quarta-feira, 6 de outubro de 2010
quarta-feira, 29 de setembro de 2010
Eros e Psique
Oi, galera!
Nas proxímas duas postagens irei lhes contar a lenda de Eros e Psique!
Psique era a mais nova das três filhas do rei Mileto e era extremamente bela. Mais para você ter ideia da tamanha beleza dela, várias pessoas de diversas religiões iam admira-la, assombradas, fazendo até mesmo homenagens que só era realizada a própria deusa Afrodite (deusa do amor).
Mas Afrodite não ia demorar muito para se vingar de Psique, foi aí que teve a brilhante ideia de enviar seu filho Eros (o cupido), para fazer com que Psique se apaixonasse do homem mais feio da terra.
Porém Eros a ver tamanha beleza de Psique acaba, apaixonando-se profundamente pela jovem.
Por tanto, o pai de Psique, suspeitando de ter ofendido os deuses, resolvei consultar o Oráculo de Apolo, pois suas outras filhas encontraram maridos, enquanto, Psique permanecia sozinha.
Através desse Oráculo, Eros ordenou que o rei levasse sua filha para o topo de uma montanha solitária, onde seria desposada por uma terrível serpente.
Psique então foi deixada lá pelo seu pai e amigos, ela já ciente de seu futuro caiu em um profundo sono, mas enquanto dormia era levada por uma brisa gentil de Zéfiro a um lindo vale.
Quando acordou, caminhou entre as flores, até chegar em um castelo magnífico. Notou que podia ser a morada de um deus, com tanta perfeição que podia ser vista por cada um de seus detalhes. Tomando coragem, entrou no deslumbrante palácio, onde seus desejos foram realizados por invisíveis ajudantes, nos quais Psique só podia escutar as vozes.
Chegando a escuridão, conduzida pelos ajudantes para um quarto de dormir. Certa de que alí iria encontrar seu terrível esposo, começou a tremer quando sentiu que alguém entrara no quarto. No entanto uma voz maravilhosa a acamou. Logo em seguida Psique sentiu mãos humanas acariciarem seu corpo. E a esse amante misterioso ela se entregou...quando acordou, já havia chegado o dia, e seu amante tinha desaparecido. Porém isso se repetiu durante varias noites...
Bjos!
Maitê
Nas proxímas duas postagens irei lhes contar a lenda de Eros e Psique!
Psique era a mais nova das três filhas do rei Mileto e era extremamente bela. Mais para você ter ideia da tamanha beleza dela, várias pessoas de diversas religiões iam admira-la, assombradas, fazendo até mesmo homenagens que só era realizada a própria deusa Afrodite (deusa do amor).
Mas Afrodite não ia demorar muito para se vingar de Psique, foi aí que teve a brilhante ideia de enviar seu filho Eros (o cupido), para fazer com que Psique se apaixonasse do homem mais feio da terra.
Porém Eros a ver tamanha beleza de Psique acaba, apaixonando-se profundamente pela jovem.
Por tanto, o pai de Psique, suspeitando de ter ofendido os deuses, resolvei consultar o Oráculo de Apolo, pois suas outras filhas encontraram maridos, enquanto, Psique permanecia sozinha.
Através desse Oráculo, Eros ordenou que o rei levasse sua filha para o topo de uma montanha solitária, onde seria desposada por uma terrível serpente.
Psique então foi deixada lá pelo seu pai e amigos, ela já ciente de seu futuro caiu em um profundo sono, mas enquanto dormia era levada por uma brisa gentil de Zéfiro a um lindo vale.
Quando acordou, caminhou entre as flores, até chegar em um castelo magnífico. Notou que podia ser a morada de um deus, com tanta perfeição que podia ser vista por cada um de seus detalhes. Tomando coragem, entrou no deslumbrante palácio, onde seus desejos foram realizados por invisíveis ajudantes, nos quais Psique só podia escutar as vozes.
Chegando a escuridão, conduzida pelos ajudantes para um quarto de dormir. Certa de que alí iria encontrar seu terrível esposo, começou a tremer quando sentiu que alguém entrara no quarto. No entanto uma voz maravilhosa a acamou. Logo em seguida Psique sentiu mãos humanas acariciarem seu corpo. E a esse amante misterioso ela se entregou...quando acordou, já havia chegado o dia, e seu amante tinha desaparecido. Porém isso se repetiu durante varias noites...
Bjos!
Maitê
segunda-feira, 27 de setembro de 2010
Morfeu
Oláá, galera!
Morfeu tem a habilidade de assumir qualquer forma humana e aparecer nos sonhos das pessoas como se fosse a pessoa amada por aquele determinado indivíduo. Seu pai é o deus Hipnos, do sono. Os filhos de Hipnos, os Oneiroi, são personificações de sonhos, sendo eles Icelus, Phobetor, e Phantasos. Morfeu foi mencionado no Metamorphoses de Ovídio como um deus vivendo numa cama feita de ébano numa escura caverna decorada como flores.
Bjos!
Maitê
Morfeu tem a habilidade de assumir qualquer forma humana e aparecer nos sonhos das pessoas como se fosse a pessoa amada por aquele determinado indivíduo. Seu pai é o deus Hipnos, do sono. Os filhos de Hipnos, os Oneiroi, são personificações de sonhos, sendo eles Icelus, Phobetor, e Phantasos. Morfeu foi mencionado no Metamorphoses de Ovídio como um deus vivendo numa cama feita de ébano numa escura caverna decorada como flores.
Bjos!
Maitê
terça-feira, 21 de setembro de 2010
Édipo
Oláá, pessoal!
Segundo a lenda grega, Laio, o rei de Tebas havia sido alertado pelo Oráculo de Delfos que uma maldição iria se concretizar: seu próprio filho o mataria e que este filho se casaria com a própria mãe.
Por tal motivo, ao nascer Édipo, Laio abandonou-o no monte Citerão pregando um prego em cada pé para tentar matá-lo. O menino foi recolhido mais tarde por um pastor e batizado como "Edipodos", o de "pés-furados", que foi adotado depois pelo rei de Corinto e voltou a Delfos.
Édipo consulta o Oráculo que lhe dá a mesma previsão dada a Laio, que mataria seu pai e desposaria sua mãe. Achando se tratar de seus pais adotivos, foge de Corinto.
No caminho, Édipo encontrou um homem e, sem saber que era o seu pai, brigou com ele e o matou, pois Laio o mandou sair de sua frente.
Após derrotar a Esfinge que aterrorizava Tebas, que lançara um desafio ("Qual é o animal que tem quatro patas de manhã, duas ao meio-dia e três à noite?"), Édipo conseguiu desvendar, dizendo que era o homem. "O amanhecer é a criança engatinhando, entardecer é a fase adulta, que usamos ambas as pernas, e o anoitecer é a velhice quando se usa a bengala".
Conseguindo derrotar o monstro, ele seguiu à sua cidade natural e casou-se, "por acaso", (já que ele pensava que aqueles que o haviam criado eram seus pais biológicos) com sua mãe, com quem teve quatro filhos. Quando da consulta do oráculo, por ocasião de uma peste, Jocasta e Édipo descobrem que são mãe e filho, ela comete suicídio e ele fura os próprios olhos por ter estado cego e não ter reconhecido a própria mãe. Após sair do palácio, Édipo é avisado pelo Corifeu que não é mais rei de Tebas; Creonte ocupara o trono, desde então. Édipo pede para ser exilado, mandado embora. Pede, ainda, para que Creonte cuide das suas duas filhas como se fossem suas próprias.
Bjos!
Maitê
Segundo a lenda grega, Laio, o rei de Tebas havia sido alertado pelo Oráculo de Delfos que uma maldição iria se concretizar: seu próprio filho o mataria e que este filho se casaria com a própria mãe.
Por tal motivo, ao nascer Édipo, Laio abandonou-o no monte Citerão pregando um prego em cada pé para tentar matá-lo. O menino foi recolhido mais tarde por um pastor e batizado como "Edipodos", o de "pés-furados", que foi adotado depois pelo rei de Corinto e voltou a Delfos.
Édipo consulta o Oráculo que lhe dá a mesma previsão dada a Laio, que mataria seu pai e desposaria sua mãe. Achando se tratar de seus pais adotivos, foge de Corinto.
No caminho, Édipo encontrou um homem e, sem saber que era o seu pai, brigou com ele e o matou, pois Laio o mandou sair de sua frente.
Após derrotar a Esfinge que aterrorizava Tebas, que lançara um desafio ("Qual é o animal que tem quatro patas de manhã, duas ao meio-dia e três à noite?"), Édipo conseguiu desvendar, dizendo que era o homem. "O amanhecer é a criança engatinhando, entardecer é a fase adulta, que usamos ambas as pernas, e o anoitecer é a velhice quando se usa a bengala".
Conseguindo derrotar o monstro, ele seguiu à sua cidade natural e casou-se, "por acaso", (já que ele pensava que aqueles que o haviam criado eram seus pais biológicos) com sua mãe, com quem teve quatro filhos. Quando da consulta do oráculo, por ocasião de uma peste, Jocasta e Édipo descobrem que são mãe e filho, ela comete suicídio e ele fura os próprios olhos por ter estado cego e não ter reconhecido a própria mãe. Após sair do palácio, Édipo é avisado pelo Corifeu que não é mais rei de Tebas; Creonte ocupara o trono, desde então. Édipo pede para ser exilado, mandado embora. Pede, ainda, para que Creonte cuide das suas duas filhas como se fossem suas próprias.
Bjos!
Maitê
sábado, 18 de setembro de 2010
sexta-feira, 17 de setembro de 2010
quarta-feira, 15 de setembro de 2010
Confronto Dos Deuses: Parte 3
Oláá, pessoal!!!
Tomara que gostem!!!
Fiquem ligados, em breve as proxímas partes!
Bjos!
Maitê
Tomara que gostem!!!
Fiquem ligados, em breve as proxímas partes!
Bjos!
Maitê
segunda-feira, 13 de setembro de 2010
Confronto Dos Deuses: Parte 2
Olááá, pessoal!
Tomara que gostem da segunda parte!
Tomara que gostem da segunda parte!
Tomara que tenham gostado!
Bjos!
Maitê
sábado, 11 de setembro de 2010
Confronto Dos Deuses: Parte 1
Olááá, pessoal!!!
Tomara que gostem desse vídeo!!!!
Tomara que gostem desse vídeo!!!!
Não percam as próxímas partes!!!
Bjos!!!
Maitê
segunda-feira, 9 de agosto de 2010
Mitologia Grega
Olá, pessoal!!!!!
Vocês sabiam que os gregos criaram mitos para preservar a sua história, também para explicar fenômenos da natureza, pois a três mil anos atrás não havia explicações científicas para a maioria dos fenômenos naturais ou para acontecimentos históricos.
Muitos desses mitos chegaram até os dias de hoje e são importantes fontes de informações para entendermos a história da Grécia Antiga.
Já que estamos falando em mitos vou contar uma para vocês da Medusa:
Segundo a lenda...
Medusa que tinha poderes tão extra ordinários que mesmo morta podia petrificar que olhasse para sua cabeça. Uma mecha de seu cabelo afugentava qualquer exército invasor e seu sangue tinha o dom de matar e ressuscitar pessoas. Personagem da cultura grega, Medusa era uma das três Gógornas, filhas das divindades marinhas Fócis e Ceto.
Ao contrário de suas irmãs, Esteno e Euríale, Medusa era mortal. Temidas pelos homens e pelos poderosos deuses, as moravam no extremo Ocidente. Tinha serpentes ao em vez de cabelo, presas pontiagudas, mãos de bronze e asas de ouro. Mas um bravo guerreiro chamado Perseu foi enviado por Polidectes para decepar a cabeça de Medusa.
Mas para isso Perseu foi com diversos objetos mágicos, como sandálias aladas, para pairar em cima dos monstro, e o escudo de bronze, cujo o reflexo permitio neutralizar o olhar petrificante. Com a espada dada pelo deus Hermes, Perseu decapitou Medusa e recolheu sua cabeça, que foi posta no escudo de Atena como proteção contra os inimigos.
Vocês sabiam que os gregos criaram mitos para preservar a sua história, também para explicar fenômenos da natureza, pois a três mil anos atrás não havia explicações científicas para a maioria dos fenômenos naturais ou para acontecimentos históricos.
Muitos desses mitos chegaram até os dias de hoje e são importantes fontes de informações para entendermos a história da Grécia Antiga.
Já que estamos falando em mitos vou contar uma para vocês da Medusa:
Segundo a lenda...
Medusa que tinha poderes tão extra ordinários que mesmo morta podia petrificar que olhasse para sua cabeça. Uma mecha de seu cabelo afugentava qualquer exército invasor e seu sangue tinha o dom de matar e ressuscitar pessoas. Personagem da cultura grega, Medusa era uma das três Gógornas, filhas das divindades marinhas Fócis e Ceto.
Ao contrário de suas irmãs, Esteno e Euríale, Medusa era mortal. Temidas pelos homens e pelos poderosos deuses, as moravam no extremo Ocidente. Tinha serpentes ao em vez de cabelo, presas pontiagudas, mãos de bronze e asas de ouro. Mas um bravo guerreiro chamado Perseu foi enviado por Polidectes para decepar a cabeça de Medusa.
Mas para isso Perseu foi com diversos objetos mágicos, como sandálias aladas, para pairar em cima dos monstro, e o escudo de bronze, cujo o reflexo permitio neutralizar o olhar petrificante. Com a espada dada pelo deus Hermes, Perseu decapitou Medusa e recolheu sua cabeça, que foi posta no escudo de Atena como proteção contra os inimigos.
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E é só!!!!!
Espero que tenham gostado!!!!!
Bjos,
Maitê
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